VocĂȘ sabia que Ă© possĂvel “conversar” com o seu cĂ©rebro atravĂ©s da orelha? đâĄïž
Um estudo recente utilizou ressonĂąncia magnĂ©tica funcional (fMRI) para descobrir como a estimulação do nervo vago (taVNS) afeta o tronco encefĂĄlico. A grande descoberta? A frequĂȘncia do estĂmulo muda tudo!
Diferente do que se pensava, a resposta do cĂ©rebro nĂŁo Ă© linear. Os pesquisadores encontraram um padrĂŁo em “U”:
- 100 Hz: Foi a frequĂȘncia que gerou a ativação mais forte em centros que controlam a dor e os neurotransmissores.
- 2 Hz: Também mostrou resultados interessantes, sendo uma alternativa eficaz.
- FrequĂȘncias intermediĂĄrias: NĂŁo tiveram o mesmo impacto.
O que isso significa na prĂĄtica? Que o ajuste preciso da frequĂȘncia Ă© a chave para tratar dores crĂŽnicas e distĂșrbios neurolĂłgicos com muito mais eficĂĄcia. NĂŁo basta estimular; Ă© preciso encontrar a “sintonia” certa para cada tratamento.
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Baseado no artigo de Roberta Scloccoa, Vitaly Napadow et al. Stimulus frequency modulates brainstem response to respiratory-gated transcutaneous auricular vagus nerve stimulation. Brain Stimul. 2020 ; 13(4): 970â978. doi:10.1016/j.brs.2020.03.011.
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Sempre fica cheiro de flores nas mĂŁos de quem oferece rosasâŠ

